Geo Drone foi uma das vencedoras do prémio empreendorismo Santander

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Eficiência a baixo custo, detalhe, precisão e rapidez. São estas as vantagens da empresa Geo Drone, criada em 2014, segundo João Pedro Marques. A empresa utiliza drones na produção de cartografias, mapeamento de várias áreas, entre elas algumas inacessíveis, modelação em 3D e serviços de aerofotogrametria (cobertura aerofotográfica para mapear um local) e apoio à agricultura de precisão.

“É uma empresa que joga muito com os drones, são a principal ferramenta na criação de informação geográfica”, diz o responsável pela empresa, que foi uma das vencedoras do prémio empreendedorismo do Santander Totta Universidades, entregue no 38º aniversário da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas Nova de Lisboa.

“Ser uma das empresas reconhecidas e receber o prémio empreendorismo é ver reconhecido o mérito destes dois anos”, reconhece João Pedro Marques, e adianta que a criação da empresa se deveu à necessidade de “criar algo novo. Entre o desemprego e arranjar emprego, algo novo tinha de ser criado”.

Os principais clientes da empresa são câmaras municipais e empresas de vários sectores. “Decorrente da proximidade à Universidade” a Geo Drone incorpora “na cadeia de valor da informação geográfica a investigação académica”, pode ler-se no site da empresa. Entre outros trabalhos, a Geo Drone já realizou o mapeamento do forte da Graça, em Elvas.

João Pedro Marques licenciou-se em Geografia e é Mestre em detecção remota, ambos os graus académicos conseguidos na FCSH Nova de Lisboa. Face ao desemprego na área, factor que desencadeou a criação da empresa, o responsável da empresa espera que o seu exemplo sirva de motivação para os estudantes: “Mesmo havendo o emprego tradicional nesta área há sempre uma solução, e é tentarem essa solução” conclui.

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