Autor André Nóbrega

Até aos 14 anos quis ser engenheiro, porém sempre que ligava a televisão sintonizava nos canais noticiosos. Agora que quero mesmo ser jornalista, algumas das pessoas que me conhecem estranham, pois dizem que não sou de muitas palavras. Por outro lado, há quem refira que, quando falo, falo para dizer o mais assertado. Com o jornalismo acredito que vá ser parecido. Primeiro porque o jornalista não tem voz, mas sim dá voz. Depois porque é preciso saber comunicar o essencial, contribuindo para informar verdadeiramente o público.